"Com certeza, você já se banhou na queda de uma Cachoeira..." Era isso que tocava numa cervejada da FFLCH, uma noite dessas quando cheguei. Natiruts, banda de Brasília, grande cena musical brasileira. Capital da República, aquela ilha sobre a qual o Luís Inácio tinha dito algumas coisas via Paralamas. Brasília de novo. Nuns jornais do dia, já velhos, ( sim, eles chegam hoje e já se vão pelo chão esperando outras funções menos dignas e dignidade aqui permite a ressalva de que depende do jornal) vi umas manchetes que traziam umas coisas que poderiam me fazer esquecer da confusão que a seção de alunos fez com o papai aqui. Sou aluno, ainda, por uma informação desencontrada do departamento. Assunto pra outro post. O fato é que estava puto, azedo e assim nem boteco adoça, só faz esquecer. Amnésia alcoólica sem diploma. Mas as manchetes, sim... As notícias de capa traziam a história do senador com o jogo, o quebra-quebra das estações de trem em SP e a acusação contra o senhor reitor. Tava tudo ali, no jornal e à minha volta. Era o Natiruts, de Brasília, cantando Cachoeira e pensei: até tu, Senador? E eu que te tinha na mais alta conta, de verdade. Ainda que a Zélia Duncan ( primeira aparição foi em Brasília) só queira que alguém a "reggae", melhor não molhar mais ninguém nessa queda d'água. Molhou a mão antes pra ver se era fria, dançou. Eita água suja. Muda o nome do partido pra DEMO, radical do teu nome, senador!
No mesmo dia de manhã, quando vi o tamanho do quebra-quebra nas estações, a falta de paciência, o povo ensandecido nas imagens e a dificuldade em manter o controle pensei que ao invés de ter ouvido falar CPTM, tivesse ouvido a apresentadora do telejornal falar: - Isso é TPM! Hahahahaha. Confusão justa porque sei como é esse lance de hormônio. BTW, um beijo pra minha namorada e pra minha irmã ( ainda que isso me garanta uma noite de hospedagem no sofá e uma reclamação pra minha mãe sobre exposição de problemas familiares). Só no jornal pude ver que eram trens as máquinas em questão.
E no fim a acusação contra o senhor reitor. Ele que encheu o campus com "us homi", agora tem que tomar cuidado com o pessoal da lei. Porque pau que bate em Zé Dino, bate em José Grandino. Ou não? Olho em tudo, povo. Não tô nem entrando no mérito dele ter culpa ou estar certo de trazer a polícia. Vamos conjugar o verbo "reitor", no tempo "preso do indiciativo": eu rodo, tu rodas, ele é o Rodas...
Olha só o Brasilzão dando uma virada de 360 graus, como dizem uns e outros. Tá tudo igual, indo pro mesmo lado. Numa bolacha porta-copos quero deixar uns recados. Nunca gostei do Natiruts, do Senador já. Evito o trem porque pararam de vender cerveja lá dentro. E reitor é sempre reitor, vão pegar no pé mesmo - mas se tiver culpa que pague.
O meu copo, quase vazio, agora repousa na bolacha anotada. Cabeça e fígado cheios, não repousam nunca.
Ehh Carlones...fim de noite conturbada, mas agora tudo certo lendo sua "coluna".rsrs Parabens meu amigo e continue escrevendo.
ResponderExcluirHahaha. Lendo pelas minhas costas? Avise quando me der a honra de sua presença no humilde espaço. Valeu!!!
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